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O que é Feng Shui

Feng Shui é a antiga arte chinesa de criar ambientes harmoniosos. Acredita-se que a prática se originou na China antiga há cerca de 5.000 anos. O Feng Shui faz referência a harmonia entre nós, a natureza, o planeta e o cosmo. A prática busca resolver quase todos os problemas que ocorrem em uma casa, comércio, escritório e com as pessoas que estão presentes nesses ambientes. A filosofia Feng Shui nos leva a entender e compreender uma sabedoria muito profunda, que ensina como “viver em harmonia com a natureza”. As leis e princípios foram desenvolvidos através dos séculos.
Para entender como o Feng Shui funciona, é preciso entender que existe uma energia que permeia tudo no universo. Ela está presente em todos os elementos que compõem a vida na terra: nas águas, no vento, no ar, na matéria densa e fluida. Ela é a energia que faz tudo existir a nossa volta, inclusive nós mesmos. Essa energia é chamada em sânscrito de “kundalini”, em outras línguas ela é chamada de “ki” ou “ch´i”.

Se o “ch´i” é desviado para uma direção imprópria, a vida e a sorte dos homens podem se modificar. Os humanos sentem e são afetados pelo “ch´i”, mesmo sem saber disso. O Feng Shui busca ordenar esses fatores para colocar novamente tudo em harmonia.

A aplicação do Feng Shui em uma casa, loja, escritório ou empresa, tem por finalidade, fazer com que não haja estagnação da energia vital em áreas de interesse de sua vida. Várias são as áreas de interesse de sua vida. Várias são as áreas de interesse onde o Feng Shui se aplica: prosperidade pessoal e nos negócios; cultivo do conhecimento; fama pessoal, dos funcionários e familiares; apoio de pessoas favoráveis a famílias e aos negócios, etc.

Ideograma feng shui

Feng Shui é um termo de origem chinesa, cuja tradução literal é vento e água. Sua pronúncia correta em mandarim é “fon xuei”.
Feng Shui, vem da pronúncia americanizada, expressa o barulho do vento e da água, é onomatopeico, fon suei, na língua original, em português seria como: fú, chuá.

Segundo esta corrente de pensamento, estabelecendo uma relação yin/yang, os ideogramas Feng e Shui (respectivamente Vento – yang – e Água – yin -) representariam o conhecimento das forças necessárias para conservar as influências positivas que supostamente estariam presentes em um espaço e redirecionar as negativas de modo a beneficiar seus usuários.

Objetivos

Os chineses comparam os benefícios que o tratamento que o Feng Shui pode proporcionar a um espaço com os resultados que a terapia da acupuntura pode oferecer a um paciente.
Segundo eles, da mesma forma que o Acupunturista, diagnostica os bloqueios na circulação de energia de um paciente e aplica agulhas em uma parte do corpo para curar uma outra parte ou órgão, o consultor de Feng Shui detecta as supostas influências visíveis e invisíveis em um ambiente e recomenda curas em uma área particular do imóvel que são capazes de alterar as características da circulação de energia no todo.
Cada avaliação de Feng Shui é única, relativa às influências magnéticas do local, da edificação e de seus habitantes.

O conhecimento destas “influências” pode explicar muitos fenômenos que percebemos apenas de forma intuitiva, por exemplo: o que nos faz sentir confortáveis em determinado ambiente; porque certas áreas de uma edificação são pouco ou nunca ocupadas; porque alguns dos seus moradores sempre estão adoentados; porque certas edificações ou áreas em uma cidade são bem ocupadas enquanto outras são evitadas pelos habitantes.
O primeiro objetivo do Feng Shui é guardar e preservar as boas influências disponíveis no lugar de modo a permitir que permaneçam e se distribuam suavemente pela edificação.
O segundo objetivo é reduzir os efeitos negativos das diversas influências nocivas ao local, presentes na sua construção ou frutos das alterações em seu entorno.
O terceiro objetivo é implementar “curas” que possam produzir resultados em termos de saúde, bem-estar e harmonia para os moradores ou usuários do espaço tratado. Isto pode ser conseguido estimulando as características do espaço benéficas para as pessoas que habitam este local – através das alterações arquitetônicas ou da forma, da cor, e do posicionamento dos objetos presentes no local.

O trato do visível e do invisível

Ao longo dos séculos, os sábios chineses desenvolveram elaborados métodos e sistemas matemáticos estruturados em torno da filosofia taoísta para mapear as características magnéticas de uma edificação, mesmo que ela ainda não tenha sido construída. O Feng Shui trabalha cada ambiente em dois diferentes níveis: o visível e o invisível.

O aspecto visível se refere a tudo que podemos ver, as diversas formas que estruturam cada espaço e as relações aparentes entre elas. Sua observação poderia indicar o que está errado num determinado ambiente, por exemplo, os ensinamentos do feng shui relatam que seria nocivo: a porta principal alinhada com a porta dos fundos; a escada alinhada à porta de entrada; ou objetos pontiagudos ou de aparência desagradável na direção de portas ou janelas. Estas características são relativamente fáceis de remediar, segundo os consultores, com freqüência o tratamento conduz a resultados efetivos.

Os aspectos invisíveis são considerados até mesmo mais importantes que os aspectos visíveis. Somente os métodos mais elaborados do Feng Shui são capazes de detectar as “influências invisíveis” de uma edificação. Estas características supostamente explicam porque intuitivamente sentimos alguns ambientes ou locais como “ruins” e outros como “bons”.

Como o invisível supostamente não poderia ser percebido diretamente pelos sentidos, seu estudo é realizado através de cálculos matemáticos que descrevem o campo eletromagnético existente num determinado espaço, situando-o em relação à planta do local ou edificação que está sendo trabalhado.

De forma prática e objetiva, é usada uma bússola para descobrir a orientação desses campos e fazer o estudo das características eletromagnéticas do local ou ambiente, registrando os aspectos percebidos, benéficos ou não. Não é possível corrigir problemas visíveis sem que também sejam determinados, ou “mapeados”, estes aspectos invisíveis. Sem isso os resultados não serão duradouros, não importa o que tenha sido feito no nível do visível. As influências nocivas invisíveis precisam também ser corrigidas no nível visível – trabalhando a cor, a forma e os materiais associados aos diversos aspectos do espaço em estudo.