História da Radiestesia III

Depois da primeira guerra mundial, a radiestesia tomou um tremendo impulso devido a divulgação que era dada desde as primeiras décadas do século pelo Abade Bouly e, especialmente pelo Abade Mermet, que organizou uma série de congressos e conferências, a fim de desenvolver o conhecimento científico que sustentava os muitos usos do pêndulo, especialmente a sua aplicação terapêutica.

Em 1922 o americano Dr. Albert Abrams, publica um livro sobre as aplicações do uso do pêndulo para o diagnóstico médico, inaugurando o uso da radiestesia nos diagnósticos e tratamentos de doenças.

Albert Einstein considerava a radiestesia fascinante, concluindo que o eletro-magnetismo da Terra era o responsável pelos efeitos físicos produzidos por esta.

O poder do pêndulo é a redescoberta e a revelação de antigos poderes adivinhatórios de sacerdotes e sábios que naqueles tempos os cobriam com certo halo de mistério, e os detentores desses conhecimentos os guardavam cuidadosamente. Seu acesso foi facilitado devido a quebra das barreiras provocadas pelas muitas pesquisas de cunho científico, que proporcionaram uma série de informações espontâneas e precisas e acabaram por beneficiar de forma significativa a vida de um determinado indivíduo, prevendo possíveis doenças ou influências energéticas negativas, melhorando muito a qualidade da vida e do trabalho e contribuindo para a valorização da própria vida humana desse indivíduo.
Hoje, na Europa (especialmente França e Alemanha), EUA, Canadá e alguns países da América do Sul já existem médicos que complementam sua ciência com a radiestesia, reunindo-se em sociedades, demonstrando assim o alto conceito com que abordam as possibilidades da radiestesia ser um valioso auxiliar no diagnóstico médico, especialmente na prevenção de doenças.
A radiestesia foi acolhida pelos cientistas que a integrou numa nova ciência chamada “Geobiologia”, que teve um grande desenvolvimento em vários países europeus, especialmente na Alemanha e Suíça, onde se fundaram institutos de pesquisa para os estudos geomânticos; Entre os principais temos: o Instituto Hartmann em Heidbelrg (Alemanha), o Institut de Recherches Geobiólogiques em Genebra (Suíça); o Institut de Recherches Geobiólogie em Chardonne (França), o Centro Mediterrâneo de Estudos Geobiológicos em Benicarló (Espanha), dentre outros.

Postagens relacionadas:

No Comments