História da Radiestesia II
Marco Polo, em suas aventuras e viagens pelo Oriente, descobriu o uso de algumas formas de vara, narrando que os chineses eram particularmente afeitos a detectarem aquilo que eles chamavam de “Garras do Dragão”, isto é, radiações perigosas e nocivas à saúde.
Os Druidas eram também extremamente sensíveis às vibrações , raios e forças magnéticas e, tal como os adivinhos chineses, selecionavam sítios ideais para suas construções. Podemos afirmar certamente que a escolha e localização vibracional correta para a localização de Stonehenge foi feita por meio de processos radiestésicos.

Os magos egípcios antes de Moisés também se serviam da varinha radiestésica como vemos em Êxodo, cap.VII, vers.9,10,11,12,15,17 e 20; Cap VIII, vers. 5 e 16; Cap.X, vers.13 e Cap.XIV, vers.16, onde se descreve como estes utilizavam varinhas para seus encantamentos e sortilégios.
Na antiga Roma, a arte divinatória era muito apreciada, como vemos no livro de Cícero, “Divinatione”; Os adivinhos romanos usavam o Lítuo, o bastão divinatório e a varinha encurvada, comentadas por Aulu Gelle, Macrobio, Plutarco e Tito Lívio.
No século XV, Basilus Valentinus, monge beneditino, dedica sete capítulos de sua obra a uma descrição didática sobre o uso da vara divinatória.

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